
Na edição de janeiro, será apresentado CZI – Corpo Zona de Intervenção, performance que acontece com projeções em grande escala em fachadas de prédios e monumentos públicos. Enquanto o performer realiza sua coreografia em algum espaço aos olhos dos passantes, tendo como base de ação o próprio chão, sua imagem estará sendo captada por uma câmera de cima para baixo e projetada em grande escala.
O público que passa no momento da performance pode ver em paralelo a projeção vertical e as ações horizontais do performer, acompanhado de um VJ que recria e sampleia os movimentos, utilizando o software livre Pure Data.
A proposta é a experimentação de novas fisicalidades dentro dessa prática de corpo. O corpo nitidamente estará a se completar pelo o que a interface tecnológica propõe. Isso acontece na pratica por meio do uso de filtros que interferem nas imagens captadas. Essas interferências são em relação a textura (filtros de cor, caleidoscópios, fusão, manipulação por cores e movimento); tempo (aceleração, ralentação, parada, repetição); dimensão; multiplicação do quadro; divisão; sobreposição e outros.
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